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Superintendência do Cade recomenda aval para Itaú

Quinta-feira 13 de Julho de 2017.

O órgão avalia que aquisição das operações de varejo do Citibank pelo banco pode sair, mas impõe limitação

Clientes do Itaú Unibanco utilizam serviços no caixa eletrônico de uma unidade do banco em São Paulo

São Paulo - A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou ao tribunal da autarquia a aprovação da aquisição das operações de varejo do Citibank pelo Itaú Unibanco mediante o cumprimento de certas condições, segundo nota.

Em outubro passado, o Itaú Unibanco, maior banco da América Latina em valor de mercado, anunciou a compra por R$ 710 milhões dos negócios de varejo do Citibank no Brasil, incluindo empréstimos, depósitos, cartões de crédito, agências, gestão de recursos e corretagem de seguros, assim como as participações societárias do Citi na TECBAN e na Cibrasec.

De acordo com comunicado à imprensa ontem, a superintendência-geral do Cade recomenda que a transação seja liberada mediante a assinatura de um acordo em controle de concentrações (ACC) elaborado em conjunto com as partes, que conforme parecer é "suficiente para eliminar eventuais preocupações concorrenciais".

Em nota, a autarquia destaca a fatia de mercado "bastante reduzida" do Citibank, o que limita a "possibilidade de aumento do poder de mercado do Itaú" com a aquisição.

O ACC, conforme o Cade, aborda quatro aspectos: comunicação e transparência, treinamentos, indicadores de qualidade e compliance. "Os termos negociados visam afastar a possibilidade dos clientes do Citibank serem prejudicados com a operação, e também beneficiar os clientes do Itaú por meio de medidas que incrementem o nível de qualidade dos serviços prestados pela instituição", informa o órgão.

A superintendência-geral do Cade ainda ressalta que o descumprimento das condições acarretará em multas. Além disso, a celebração do acordo não exime as partes de cumprir qualquer decisão da autarquia no futuro.

Química

A aquisição pela FMC Corporation de parte das atividades globais de defensivos agrícolas da DuPont foi aprovada sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), segundo publicação do órgão de defesa da concorrência no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

A operação, que envolve diversos ingredientes ativos e produtos formulados de inseticidas e herbicidas da Dupont, além das atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da empresa em defensivos agrícolas, foi fechada como parte de compromissos propostos pela Dow Química e pela DuPont como condição para aprovação da fusão entre as duas companhias.

Segundo o Cade, a FMC irá adquirir os ativos da Dupont, que ao mesmo tempo comprará direitos a todos ativos e propriedades relacionados ao negócio de saúde e nutrição da FMC. Essa operação, no entanto, será analisada pelo órgão em um processo à parte.

O Cade aprovou em maio a fusão entre Dow e Dupont, desde que condicionada a desinvestimentos.

Na terça-feira passada, a Dow anunciou que vai vender parte de seu negócio de sementes de milho no Brasil para a chinesa Citic Agri Fund por US$ 1,1 bilhão.

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Fonte: Diário Comércio Indústria & Serviços



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